quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mulheres famosas antes e hoje

Adriana Esteves aos 20 anos e aos 42 anos- Bruna Lombardi entre os 30 anos e aos 59 anos- Christiane Torloni aos 20 anos e aos 55 anos- Gloria Pires entre os 25 anos e aos 48 anos- Lilia Cabral antes dos 30 anos e aos 55 anos- Maite Proença em torno de 20 anos e aos 54 anos- Natalia do Vale aos 30 anos e aos 59 anos- Patricia Pillar entre os 25 anos e aos 47 anos- Suzy Rego entre os 20 anos eaos 45 anos- Vera Fisher entre os 25 anos e os 60 anos- Regina Duarte em torno dos 25 anos e aos 65 anos-

terça-feira, 19 de junho de 2012

Casamento a longo prazo, causas do desgaste

O matrimônio deteriora-se quando não se renova, quando se permite que entre nos trilhos da rotina. Há uma rotina indispensável e benéfica que nos permite cumprir com regularidade, constância e pontualidade os nossos deveres espirituais, familiares e profissionais. Esta rotina constrói uma estrutura de vida sólida, cria um comportamento homogêneo que nos ajuda a libertar-nos da espontaneidade meramente anárquica, dos caprichos emocionais dissolventes e perniciosos. Mas existe uma outra rotina, a rotina mortífera, que deve ser afastada como a peste. É uma rotina que, pouco a pouco, como uma sanguessuga, vai dessangrando o con vívio conjugal. Todos os dias um pouco. Imperceptivelmente, endurece-nos, converte os nossos atos em algo mecânico, torna-nos autômatos, robôs sem vida, extingue o calor e a alegria de viver e de amar. Esta rotina provoca um desgaste progressivo na vida familiar, uma perda de energias, uma espécie de anemia vital que torna a existência cinzenta, anódina, incolor. Lembro-me daquela música dos anos 60 cantada por Ronnie Von: "A mesma praça, os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, tudo é igual, assim tão tris te..." Alguns poderiam queixar-se, de forma semelhante: "A mesma esposa, a mesma família, o mesmo trabalho, a mesma paisagem, a mesma "droga de sempre"... É tudo tão triste e cansativo..." Talvez se consiga continuar caminhando mesmo assim. Externamente, o casal vai mantendo as aparências, como um móvel visitado pelo cupim, corroído por dentro. Por fora, nada se percebe, mas de repente tudo desmorona, os cenários desabam, as fachadas caem e aparece um panorama desolador: "Meu Deus, toda a minha vida, daqui para a frente, vai ser igual"... E entra-se numa espécie de letargia mortífera. Muitas infelicidades, muitas crises conjugais, muitas deserções são provocadas por esse fenômeno. Quando na nossa vida diária não "contemplamos o amor", não renovamos o amor, caímos nessa rotina que mata. Os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, a pesada monotonia do que é sempre igual, deve-se - como dizia ainda a canção - a que "não tenho você perto de mim". Quando o amor está ausente, tudo é tão triste...! Você talvez já tenha passado por uma experiência parecida. Estava trabalhando numa tarefa extremamente enfadonha, repetitiva, rotineira... e pensava: "Tomara que termine logo"... De repente, alguém que você ama muito pôs-se ao seu lado e disse-lhe: "Deixe que lhe dê uma mão. Ao menos, deixe-me ficar com você até terminar"... E, naquele momento, você murmurou: "Tomara que não termine nunca!" As mesmas circunstâncias mudam substancialmente quando o amor está presente. A mesma família, a mesma esposa..., mas tudo é diferente porque se soube remoçar o amor: as pupilas, dilatadas pelo amor de Deus, pelo amor ao cônjuge e aos filhos, conseguem enxergar uma nova família, uma nova esposa, um novo trabalho todos os dias. O poeta francês Lamartine passava horas a fio olhando sempre para o mesmo mar. Alguém lhe perguntou certa vez: "Mas não se cansa de olhar sempre a mesma vista?" - "Não - respondeu -; por que será que todos vêem o que eu vejo e ninguém enxerga o que eu enxergo?" A sua alma de poeta permitia-lhe ver realidades diferentes nas paisagens de sempre. A alma contemplativa que o amor nos confere dá-nos também essa acuidade espiritual que nos permite ver mundos novos por trás das aparências sempre iguais do monótono viver diário. Em contrapartida, quando não existe uma viva preocupação por renovar o amor como o fator mais importante da vida conjugal e familiar, aparecem esses matrimônios corroídos pela monotonia. Para a grande, imensa maioria das pessoas, a fidelidade é um requisito fundamental de um relacionamento amoroso, mas sabemos que não é o único. A doutora em Psicologia e professora do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal do Espírito Santo, Maria Lúcia Teixeira Garcia, trabalhou em 2005 no projeto "Da Utopia do Amor Romântico ao Cotidiano do Casamento". Ela fez uma pesquisa com mulheres casadas há mais de 15 anos de classe média alta. Maria Lúcia explica: de onde vem a maioria dos problemas no casamento? "Os problemas do casamento se derivam dessa idealização da existência do amor romântico como centro do meu projeto de conjugalidade, de viver um casamento. E o afastamento desse ideal vai resultar na constação de que meu casamento vai bem ou mal e vai dizer o que eu preciso fazer para mantê-lo." A vida não é um conto-de-fadas e grandes problemas surgem... na rotina. No trivial. Nas mínimas desavenças. "Mas há aí uma questão que diz respeito ao cotidiano que vai marcar e demarcar um conjunto de negociações que esse casal vai ter que fazer. Quem vai lavar o copo sujo? Quando está na sua casa, a negociação diz respeito à sua casa. Quando você se casa, você transporta para a nova casa a necessidade de fazer novas combinações. E esse conjunto de acertos e combinações é um projeto que tem que ser revisto cotidianamente. Você não pode dizer que aquilo que eu idealizei será igual. Uma mulher me dizia "eu nunca imaginei que meu marido depois do banho jogava a toalha em cima da cama. Na casa dele ele devia fazer isso e a mãe tirava. Estou dando um exemplo de cotidiano." A psicóloga Carla Zeglio é autora do livro "Amor e Sexualidade - Como sexo e casamento se encontram". Ela afirma que tempos desencontrados podem atrapalhar o casamento. "Imagina aqueles casais que o homem gosta de fazer sexo de manhã e a mulher à noite. E de noite ela está cansada e de manhã ele está cansado. Isso pode causar um problema de encontro no sexo. Esse é um exemplo básico para a gente poder entender o quanto a sexualdiade paga pela dificuldade relacionada a esse casal." O sexo muitas vezes não provoca problemas no casamento. São os problemas do casamento que pioram a vida sexual. "O que a gente ve é que o desentendimento do casal é um facilitador para problemas sexuais. Então, os casais acabam buscando e quando a gente faz um diagnóstico, vemos que esse casal também tem problemas na sexualidade." Como as mulheres se relacionam com esses problemas? A pesquisa de Maria Lúcia Teixeira parece indicar caminhos, pois nenhuma das pesquisadas tinha intenção de se separar. De acordo com a pesquisa, as queixas das mulheres se dividem em três grupos. "As queixas são as mais variadas. Elas são organizadas em três grupos. Um diz respeito aos problemas do cotidiano. São as que se dizem felizes no casamento. Problemas no ar condicionado, controle remoto, problemas que não afetam o cotidiano do casamento. Existe outro grupo que afeta. Há divergência como deve ser a educação dos filhos, a satisfação, exclusividade da relação sexual no casamento. Quando isso deixa de existir, vira um problema. E questões econômicas, diferença de salário entre homens e mulheres, as tarefas de manutenção da casa, isso tudo compromete aquele projeto de sermos felizes para sempre," A terapeuta Lidia Rosenberg Aratangy, autora do livro "O Anel Que Tu me Deste, o Casamento no Divã", em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo em março de 2010, afirma que o casamento dá sinais de desgaste quando as brigas se tornam repetitivas, as tréguas são cada vez mais curtas e os ressentimentos mais duradouros. Quando já não se escuta o parceiro porque acredita-se saber o que ele vai dizer, quando já não há mais sequer desentendimentos, porque ninguém mais busca o entencdimento. A aliança de casamento é um circulo e simboliza uma ligação perfeita entre o casal. O círculo representava para os egípcios a eternidade. O amor deve durar para sempre. Os gregos, após o casamento, usavam anéis de ímã no dedo anelar da mão esquerda. Acreditavam erroneamente que por dentro desse dedo passa uma veia que vai direto ao coração. Mais tarde, os romanos adotaram o costume. E ele continua até hoje. Manter essa aliança não é uma tarefa fácil. A pesquisadora Carla Zeglio acha que não existe fórmula para um casamento feliz, mas aponta caminhos. "Não existe fórmula nenhuma, o que existe é a possibilidade de envolvimento do casal, da disponibildiade de ambos para cuidar pra que essa vivência seja gostosa. Vá passear de mão dada, vá olhar o mundo, faça pequenas coisas que não demandam muita coisa. E cuide da relação. Essa é a dica. Preparem comida juntos, tomem banho juntos, façam bastante carinho porque todo o resto passa, o que sobra é o relacionamento estruturado. Não deixe de beijar seu marido, nunca, como beijava quando eram namorados." Como se percebe, não existe fórmula secreta para um casamento feliz, quanto mais eterno. Nem existe um modelo de casamento que predomine. Hoje em dia, até casamentos com camas separadas, banheiros separados, quartos separados, até casa separadas existe por aí. Desde que o homem é homem e a mulher é mulher a convivência entre os dois é uma luta. A diferença é que, hoje em dia, os problemas são mais assumidos e discutidos. Quem sabe se no futuro o homem e a mulher, ao se entenderem mais e melhor, não vão enxergar com mais clareza os motivos que os levam a ser tão diferentes e a quererem viver cada vez mais próximos?

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vaidade X Descuido

Quando um homem está no auge de sua jovialidade, vive preocupado com a aparência, o vestir, tudo simplesmente para atrair as meninas, o mesmo se dá tambem com elas. Compreensivel...mais....o não compreensivel é o fato de quando chega-se na maturidade, este zelo com o cuidar, muitos deixam de lado, com excessão daqueles que ainda vão a "caça". Após o casamento, muitos homens largam -se completamente, não diferente de algumas mulheres porai, mais no caso do homem, o aumento do descuido é muito grande. Outro fato observado, homens separados, o relaxo tambem ronda a casa onde vivem, se por acaso não estejam com ânimos de sair,a coisa piora,barba por não fazer,banho por não tomar...e a casa...esta torna-se algo bizarro. Parece que a vaidade só fica quando existe o sexo oposto em jogo, o seduzir, quando este fator está desativado, tudo perde-se. Outras pessoas deixam de preocuparem-se tanto com a vaidade pelo fato de da estarem casadas,o fator ser pais,parece sinônimo de falta de tempo ou a vaidade torna-se desnecessária na cabeça de alguns,como existe uma relação conjugal fixa não é necessário o excesso da vaidade,que seria sinônimo de sedução, no intimo de cada um. Ai é onde começa a morar a tristeza, angustia, desânimo, o esquecer de si próprio, o cuidar-se e o cuidar de sua morada é que ajuda a elevar a auto estima. Ainda outro fator, homens em busca de mulheres muito mais jovens,alguns chegam ao extremo de tentarem seduzir meninas que poderiam ser suas netas. Tudo isto é o ego pertubado, medo da idade, o querer sentir que ainda pode atrair, que ainda tem o poder da sedução e é atraente, o caso é que algumas meninas se relacionam com estes homens,talvez o fato de sentirem-se mais seguras, protegidas,estabilizadas, coisa que muitas vezes não ocorre com rapazes da mesma faixa etária delas, talvez possa ser isso que ocorre intimamente sem elas e eles perceberem.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mulheres famosas-Passado e presente de algumas celebridades

O relógio não para para ninguem, alguns se cuidam com cremes, exercicios e alimentação equilibrada, outros fazem pequenas cirurgias e aplicações para amenizar os sinais do tempo, mais...outros fazem muitas coisas, tantas que acabam quase perdendo a própria identidade.
Barbará Eden de Jeannie é um gênio em torno dos 30 anos
Hoje Barbará aos 78 anos-
Elizabeth Taylor,em torno dos 30 anos.
Elizabeth aos 78 anos, pouco antes de sua morte.
Brigitte Bardott entre os 25 anos Foi considerada símbolo sexual dos anos 50 Em 1973 encerrou sua carreira, trocou a fama para defender os direitos animais.
Brigitte Bardott, hoje aos 78 anos- Uma das frases dela,"Se eu aparentasse 30 anos, alguma coisa estaria errada. Eu tenho rugas, sim. E daí?"
Sophia Loren,entre os 30 anos.
Sophia hoje aos 76 anos-
Gretchen, em torno dos 28 anos- Época em que fez muito sucesso com melô do piripipi, Conga e outras. Considerada na época como a rainha do bumbum.
Gretchen hoje aos 52 anos- Resultado após inplantar tantas coisas para aparentar mais jovialidade, só ela parece não perceber seu rosto desfigurando.
Susana Vieira em torno dos 30 anos-
Susana em torno dos 68 anos- Acho que está muito bem, lógico que deve ter usado métodos cirurgicos ou aplicações, mais nada que alterasse seus traços.
Luiza Brunet em seus 20 anos-
Luiza aos 49 anos- Creio ser uma das que não tenha se modificado muito ainda ou talvez quase nada.
Monique Evans, entre os 27 anos-
Monique aos 54 anos- Certa vez ela fez uma critica as mulheres que colocam preenchimento na boca, não entendo o porquê dela ter aderido tambem a moda "coringa".
Xuxa em torno dos 20 anos-
Xuxa aos 48-
Ana Maria Braga em torno dos seus 20 anos-
Ana aos 63 anos- Visivelmente as transformações cirurgica ou aplicativas, mesmo eu achando ela bonita, não está diferente do "coringa" que aparenta a Gretchen e a Monique.

De volta para casa

Magnifico!!!

Arnaldo Antunes- Envelhecer

Muito bom heim?